CAMINHO DAS PEDRAS: RAÍZES DA INFELICIDADE

Desde um passado remoto, que as eras até já se perderam nas areias do tempo, muitos autores da antiguidade (pensadores, escribas, profetas, filósofos) falaram do tema: felicidade, mas, poucos desses, o fizeram de maneira tão incisiva e com tamanha simplicidade, como um filho da nobreza indiana do (século VI a.C.), de nome Sidarta Gautama, o Buda.

Buda ensinou, que a raiz de toda a infelicidade humana está latente no egocentrismo, que segundo a psicologia é: “o conjunto de atitudes ou comportamentos indicando que um indivíduo se refere essencialmente a si mesmo”.

A nossa infelicidade, portanto, reside nas nossas preocupações sobre nós mesmos, que segundo Buda: “tudo aquilo que nos faz sentir para cima ou para baixo está nesta categoria” e se resumem em “oito medidas: (elogio x culpa; perda x ganho; prazer x dor; fama x vergonha)”.

Tudo gira em torno disso, ou seja, sempre que nos nós colocamos no centro da existência, e atribuímos as intempéries da vida, como sendo uma espécie de conspiração contra nós, por certo, nunca encontraremos a felicidade.

Por fim, sempre que se sentir infeliz, faça autoanalise: procure identificar o motivo pelo qual se sente assim. Perceba, quais das oito medidas que te levou a se sentir dessa maneira, porém, lembre-se, que você não é o centro do universo, contudo, só há uma pessoa e um momento na sua vida capaz de te fazer pleno: é você vivendo em paz no presente.

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