A NOSSA VIDA COMO UMA PEÇA TEATRAL

Quando pensamos sobre vida, devemos partir da premissa de que todos nós um dia morreremos, esta é a única certeza sobre o futuro. Ocorre que muitos de nós ao que parece, pensam que são eternos. Lógico, não devemos viver pensando em quando chegará nossa hora, mas não podemos esquecer da premissa maior (nascemos, portanto, nossa vida é finita), tal como numa peça teatral, há o momento em que as cortinas vão se fechar.

Entretanto, em nossas vidas a peça nunca deve ser de um só gênero, por exemplo: romance. Sabemos que há fatores externos que influenciam no desenrolar das cenas, mas, por outro lado, o principal é a nossa subjetividade, ou seja, no teatro da vida depende do nosso grau de entendimento sobre o mundo e principalmente sobre nós mesmos.

O gênero desejável talvez seja aquele em que ocorra nossa autorrealização e que convivamos em paz. No entanto, sabemos que nem tudo são flores, quando nos referimos aos momentos do dia-a-dia nesta terra (cenas), mas muito dependerá de como nós nos posicionamos frente a vida (escolhas/interações).

Sabemos que interpretamos várias personas / personagens no teatro da vida: filho, aluno, namorado, noivo, marido, pai, ex, estagiário, graduado, profissional, amigo, colega, etc. Com isso, alguns de nós se portam ora como “mocinhos” outras vezes vilões.

Fato é, na medida em que nos tornamos melhores atores em nosso dia-a-dia, nós nos adaptamos por vezes especializamos em papeis distintos: uns mais para heróis e outros como anti-heróis/vilões.

Por isso, o papel que melhor nos adaptamos dependerá do nosso íntimo, o quanto somos evoluídos (da nossa consciência): mesquinhos, narcisistas, egoístas, gananciosos, bobos, etc. Julgamos, que nunca se deva ser excessivamente ingênuo, mas há muitos de nós que se abstém de agir, de se posicionar, de escolher segundo sua consciência, estes o fazem, somente o que outros esperam destes, e isso, certamente é o papel de um bobo da corte.

Portanto, devemos viver nossa vida (peça de teatral) sendo ao mesmo tempo: autores, roteiristas, atores e expectadores de nossa própria interpretação.

Por fim, a peça teatral da nossa existência pode seguir um roteiro com o final que desejamos, mas, nunca esqueçamos, de que uma boa história deve conter elementos de todos os gêneros: (drama, comédia, ação, romance e aventura). Por isso, vivamos nossos dramas, rimos e façamos comédias, agindo com bons protagonistas, sejamos bons amantes e não deixemos de nos aventurar.

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