O CAMINHO DAS PEDRAS: SABER, CONHECER E VIVER

Disse o filosofo francês Pierre Hadot, “SABER, CONHECER E VIVER”.

Desde muito tempo na história da humanidade, encontramos registros de grandes feitos de indivíduos e seus legados reverberam até hoje, como: Buda, Jesus, Confúcio, Sócrates e outros. Suas vidas impactaram no passado e nos provocam reflexões em pleno século XXI.

Embora, cada um desses iluminados ao seu tempo e de culturas distintas,  há mais pontos de convergência aos de discordância em suas lições. Isso nos diz, que existe uma sabedoria que é universal, um entendimento que nos permite viver melhor, sobretudo, com a possibilidade de encontrarmos paz e a vida em harmonia.

A partir do conhecimento, do saber, poderíamos vencer a ansiedade e os medos e viver melhor, tudo isso por nós mesmos.

Porquanto, à medida que uma pessoa se torna mais consciente, mais profundamente se conhece. Assim, também é válido quanto a honestidade interior, ao não mentir para si, permitirá auto-questionar naturalmente, sobre: desejos, medos e limitações que imagina ter, e com isso, saberá como despertar para uma nova realidade. Eis, portanto, a primeira pedra no caminho para o entendimento.

Sobre a jornada do conhecimento de si, se inicia no momento que se comprometer consigo, porque no autoconhecimento tudo se encerra em você. Apesar de como se vê, ou seja, como imagina e percebe suas dificuldades, mas deverá continuar se questionando, nem que seja pelo mero interesse de saber os porquês.

Ademais, deve considerar sempre, que a depender do seu grau de insegurança com sua existência, tanto mais injusto o será julgamento que faz de si. Considere sempre que está num emaranhado de sentimentos e, por vezes bem controversos. Disse Tolstoi: “Há quem passe pela floresta e só veja lenha para fogueira”.

A despeito da nossa existência, é preciso estarmos atentos a maneira pela qual nos autodeterminamos, antes de exercermos uma ocupação qualquer (sou advogado, sou engenheiro, sou médico, etc.), somos indivíduos, somos humanos.

A vida, uma existência, não se encerre apenas com a determinação do que fazemos profissionalmente ou representamos socialmente, porque o (saber, conhecer e viver) diz respeito essencialmente ao autoconhecimento.

Por fim, a partir desse saber, da compreensão de si, é que tudo mais deverá ser assimilado. Se considerarmos a nossa natureza de seres únicos, como tais, sabemos que para fazer a diferença no mundo é deixar rastros, estes, devem ser além daqueles da nossa profissão e posição social, sobretudo, como indivíduos membros da comunidade humana. 

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