Felicidade: porque é um ideal humano.

Desde o passado em cujas eras já se perderam na poeira do tempo, temos informações, pistas, sobre a vida dos nossos ancestrais, sabemos disso através dos mitos e das religiões antigas, que é falado antes até do surgimento da escrita. São relatos, por tradução orais, que depois escritos chegaram a nós, e dão conta de como viviam na antiguidade, os seus medos, desejos e sonhos.

O fato é, que olhando para o passado podemos constatar que os antigos em muitos aspectos não eram muito diferentes de nós do (século XXI), sobremaneira, com relação a ideais nobres humanos: bondade, justiça e honestidade. Antes que alguém aponte meu delírio: porque sabemos que no passado havia escravos, governos déspotas, guerras cruéis e a vida humana tinha pouco valor. Contudo, ainda há isso, (desumanidades), porém, com outra aparência: há exploração do homem pelo homem e abusos de toda sorte.

O ponto desta reflexão é o ideal humano de felicidade. E, ao que tudo demonstra permanece latente dentro de cada um de nós, com exceções e na proporcionalidade do grau de entendimento de cada indivíduo. Entretanto, o mais intrigante, é que isso nada tem a ver com a intelectualidade de cada um, mas sim com o conhecimento de si, com o autoconhecimento.

Por conta disso, dado ao nosso grau de evolução agimos ou não perseguindo ideais nobres, esses, que nos tornam mais observadores, mais compreensivos, sem fazer julgamentos e/ou impormos as nossas verdades sobre nossos semelhantes. Quando vemos atitudes diferentes dessas, é razoável pressupor que tal individuo precisa evoluir muito.

Os séculos passam, e com eles as mudanças: dos costumes, das tecnologias, da cultura, etc., porém, o ser humano continua quase invariavelmente: egoísta, déspota, insensível. Portanto, senão não nos dermos conta de que estamos numa escola, sobretudo, aprendendo o que é ser um humano, assim como foi no passado, é hoje: queremos viver felizes, apesar de: com ou sem posses; com ou sem poder; com ou sem reconhecimento público.

Por fim, o ponto é, há uma parte de nós que nunca morre, somos almas imortais, estamos na busca por evoluir, e neste caminho da evolução, sempre haverá dor, medo e insegurança, mas se buscarmos compreender quem somos, o mundo que nos cerca se revelará passageiro, e constataremos que estamos numa escola, em aprendizado constante, e talvez, a felicidade sorria mais e nos seja amiga neste turno (vida) de aula, neste plano 3D.

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