Decisão: por que é tão difícil fazer escolhas?

Sabemos “de cór e salteado” como diziam os mais antigos, nossos avós. Mas, por que, então, é difícil escolher? E, escolher bem, para o nosso bem?

Mesmo com tantas informações que temos a disposição! — o que teoricamente é fato inconteste, se considerarmos o volume de informações que estão a mão (num toque de dedos).

No entanto, muitos de nós ainda continuamos com dilemas na hora de decidir, de fazer escolhas, — a psicologia diz que fazemos a maioria das escolhas segundo as nossas emoções.

Uau! Que coisa! Estranha… mesmo com um cérebro tão desenvolvido, ou não.

Fato é que somos seres racionais que escolhemos quase tudo de maneira irracional. Que contradição, não?

Nesta reflexão proponho utilizarmos um “método”, chamo assim, para dar um pouco de cientificidade, usando uma espécie de modelo, uma lista, para auxiliar nossa racionalidade, porque também, sabemos, que muitas escolhas nos afetam sobremaneira!

Por exemplo, neste ano de 2020 com vistas ao final de uma pandemia no Brasil, os nossos líderes políticos decidiram que as eleições para escolhermos os futuros governantes e legisladores para esfera municipal, acontecerá no mês de novembro. Tomando por base que esta escolha cívica afetará a todos, pois quem elegermos nos representara nos próximos quatro anos.

Sabemos que cada um desses candidatos que vamos escolher, tem suas plataformas e poderemos analisar, assim como, os seus currículos de serviços prestados em prol da comunidade.

Ocorre que não invariavelmente escolhemos, como sempre ocorre, quase as mesmas pessoas e/ou grupos políticos que serão os eleitos. Digo isso, porque analisando o passado recente, quando só mudamos no máximo de 30% a 40% das nossas lideranças, parece ser praxe: 60% a 70% continuam sendo os mesmo que aí estão, e que tanto criticamos.

No método, para escolha dos políticos, proponho que não considerarmos: a sua religiosidade, ideologia, etnia, beleza, simpatia, e as mensagens com grande carga emocional.

Por fim, que tal escolhermos assim: segundo um critério objetivo, votando naqueles que tenham perfil de pessoa pública compatível com idoneidade, moral e a coerência das propostas com nossos anseios, da nossa comunidade. Proponho, portanto, deixarmos de lado as nossas emoções na hora de escolher, certamente fará toda a diferença no resultado desse pleito municipal de 2020.

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