Como sabemos, tudo na vida tem motivo, causa, razão de ser, sobremaneira, o sentido da vida, sendo a essência do espírito humano. É esse, o tema central nesta maravilhosa viagem para dentro do ser, empreendida através do autoconhecimento, do conhecimento de si.
Após meses sem escrever, — tive um insight — me questionei: como ajudar as pessoas autovítimas (depressivas)? — Já que a maioria não faz ideia porque sente o que sente: que o leva a perder o sentido da vida!
Nossas reflexões futuras, falaremos sobre um dos males do século: a depressão e suas raízes mais profundas.
O que leva uma pessoa aparentemente saudável, social, intelectual e financeiramente bem posicionada a buscar dar cabo a própria existência ou “cair” num estado de depressão?
Como sou empirista, só falo daquilo que posso verificar de perto, e esse tema me ocorreu de maneira inusitada: — estava interagindo num grupo sobre espiritualidade, e percebi ali significativo número de jovens bonitos e bem situadas, relatando serem pessoas depressivas e algumas até com tentativas suicidas.
Após ler suas mensagens, senti a extensão dos seus sofrimentos e pude compreender como lhes pareciam reais suas dores. Soma-se a isso, que o assunto que me interessa, visto que meu pai suicidou-se em 2007, e desde então empreendi buscas por respostas.
Fato é, que verifiquei haver circunstâncias comuns recorrentes no comportamento de indivíduos deprimidos e daqueles que tentam suicídio.
Percebi, portanto, que tais pessoas não conhecem a si mesmas, ou seja, a própria missão nesta existência. Embora, algumas até fossem cultas, espiritualistas e/ou religiosas. Porém, não nunca conseguiram se definir como seres (conscientes). Vivem suas vidas, retro-alimentando um vazio interior: como se estivessem numa espécie de suspensão existencial. Tem apenas motivações rasas, mantidas através de frágeis crenças e dogmas. Observei, enfim, que não resistiriam a primeira recaída sobre si mesmas diante de quaisquer circunstancias adversas na vida.
Por fim, aprofundaremos mais, sempre seguindo o nosso modo empírico e realista.

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