Como seria fácil desejar algo e seu desejo se tornasse realidade? — Mas, diferentemente do que é apregoado por teorias quânticas, até onde conheço, desde a nossa percepção de realidade, depende muito além dos nossos meros desejos, ou seja, é precisa de muito entendimento, considerável compreensão de si mesmo.
Quando nos propomos compreender o sentido da vida, isso é, qual nossa missão nesta vida, devemos fazer abstrações e muitos questionamentos e começar por responder questões elementares, tais como, (o que sou?).
Então! Como responder essa questão aparentemente simples?
Antes de apresentar qualquer “esquema” útil para a tarefa, falaremos um pouco de empirismo, aliás, esse é o método que adotamos aqui desde sempre.
Em síntese: desde criança fomos ensinados que somos filhos, netos de alguém, e que pertencemos a determinado grupo na sociedade. Quando nos tornamos adultos, passamos a nos definir pela nossa ocupação profissional e/ou pelos títulos que conquistamos, ou ainda, pela religião que professamos. — Com certeza, essa não é a resposta sobre o que somos!
Vamos por partes, — como dizia o Jack! — tente responder com poucas palavras, “o que é um indivíduo?”
Pelo nosso método, vamos partir do princípio de que (O SER), o indivíduo, pressupõe que tenha subjetividade, autonomia e autodeterminação. — Mas, o que significa isso?
Precisamos compreender antes de tudo, o que é o ser, isso é, o indivíduo! O ser é dotado de consciência, com capacidade de discernimento e de fazer escolhas racionalmente. Mas, até quanto você quer ir para compreender esse mistério? — até quanto quer descer na toca do coelho?
É fato, que para muitos de nós, falta coragem para questionar “a própria racionalidade”, sem parecer “Louco”, “doido de pedra” para si mesmo.
Trata-se, contudo, da sua concepção, uma ressignificação. É essa a jornada que lhe conduz ao sentido da vida, ao caminho para dentro de si!
Por fim, a maior barreira que alguém poderá encontrar na jornada do autoconhecimento são crenças que temos sobre nós mesmos: sou isso, sou aquilo, pertenço a, creio em x, y, etc., mas primeira questão que devemos enfrentar em algum momento das nossas vidas é, e (SE) tudo que sabemos não é toda a verdade? — Gosto da assertiva de mestre Jung: “Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta”


Deixe um comentário