Você já se perguntou por que existe? — vale a pena esse questionamento — o autodesvendamento: porquê estou aqui.
Pouco importa o quão longe olhemos para o passado é certo que constataremos que a alma humana persegue mesmos propósitos, tais como os de hoje, — a evolução da consciência.
Corrobora com isso, que de tempos em tempos nascem indivíduos que buscam com afinco aprender sobre o tema e se tornam iluminados: (seus ensinamentos transcendem o comum). Ao que parece, esses têm missões de nos provocar reflexões: sobre o que somos.
Inclusive, a ideia de religação com o divino (a religião) existe desde tempos imemoriais, e isso por si só, nos dá conta de um desejo latente e inconsciente nos seres humanos. Sobremaneira, voltado para encontrar o caminho de volta ao sublime, ao essencial do universo de onde tudo sugere que a vida descende.
E, pouco importa como designamos a descendência da alma humana: (Deus, Universo, Natureza, Inteligência suprema), fato é, que isto existe uma causa primeira de todas as coisas.
Entretanto, se olharmos para as nossas ações e buscas do cotidiano (focados no imediato e no tangível) percebemos que somos indivíduos sem noções de nós mesmos, e invariavelmente, muito longe de atingir a conquista do ser, a iluminação.
Enquanto seres mortais, é certo que tendemos viver apenas para o que nos dá prazer e/ou por respostas imediatas perceptíveis pelos cinco sentidos. Difícil é acordar para que a vida (uma existência) é mais uma oportunidade de aprender pela experiência cotidiana, visado a evolução da nossa alma imortal (encarnada).
Por fim, O OBJETIVO DA EXISTÊNCIA, por certo, não pode ser apenas a própria vida, mas o conjunto das experiências que é o nosso aprendizado. Sobretudo, daquilo que compreendemos sobre o que somos. Porém, se numa vida não obtivermos todas as respostas, não devemos desistir, — paciência, porque como disse o Cristo “é necessário nascer de novo…”, “… meu reino não é desse mundo”.


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