Em primeiro lugar, o que dizemos existir, é tudo o que conceituamos ou em algum momento da história da humanidade se definiu de dada maneira e, promoveu eficiente campanha para firmar tal “verdade”.
Depois, porque com relativa frequência somos motivados a adaptarmos a dada condição ou a mudarmos o mundo que nos cerca, seja por uma necessidade premente da própria sobrevivência ou pela simples razão de que assim é a nossa natureza: de criadores de versões de “realidades”.
Ademais, somos compelidos a explicar o mundo que nos cerca. Para o bem ou para o mal, fazemos isso com o proposito de nos justificarmos e darmos sentido a uma existência efêmera frente ao vasto universo.
Portanto, tais conceitos existem para atribuir valores e mensurar as nossas ações em dado momento, com a finalidade de servir de meios de coerção ou de recompensa: seja de forma negativa com promessa de punição, seja de maneira positiva como prêmio.
Por fim, uma parcela de nós ao refletir sobre isso, céu e inferno, constatamos facilmente que assim o é, ou seja, somos criadores de teorias com finalidade de dar um sentido a nossas vidas.

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