VIDA: PORQUE A GERAÇÃO DO SÉCULO XXI SOFRE

VIDA: PORQUE A GERAÇÃO DO SÉCULO XXI SOFRE

Que estranha a relação das pessoas com seus dilemas no século XXI! Quem nunca supôs que está tudo tão diferente do seu “tempo” de adolescente/jovem, sobretudo, para as pessoas que foram adolescentes/jovem nos anos 80 e 90.

Alguém pode dizer que está tudo normal, e que só estou dizendo isso porque sou saudosista, daqueles cinquentões que ficam conjecturando e comparando o ontem e o hoje. É cabeça de coroa, que está se sentindo excluído do momento “topzeira” desta geração.

Será isso mesmo, só um delírio meu?

Quero registrar, que ter sido adolescente/jovem nos anos 80 e 90 não foi aquela maravilhosa experiência de vida, mas vejo uma grande diferença com os mesmo neste século. Mesmo que talvez por um único ponto, porém de extrema importância e faz toda a diferença na maneira pela qual se encara a vida.

Ressalto, que compreendo os aspectos comportamentais no cotidiano: o dinamismo das relações, a informalidade, o desapego com o sentido e o valor das palavras, a interdependência da aprovação social, etc., contudo, o ponto central que difere substancialmente com aqueles tempos, é que hoje, nesta geração, muitos de nós estamos perdendo uma parte significativa do ser, esquecendo da individualidade, identidade.

Percebi pelo número de pessoas jovens, também adultos que insistem se assemelhar aos primeiros, se sentindo perdidos: sem a razão de ser, sem saber o sentido da vida, sem compreender a sua existência, muitos infelizes, deprimidos, etc. É assustador, porquê numa geração com tantos recursos tecnológicos, de mobilidade, acessibilidade, tolerância, liberdade. A criatividade, por exemplo: está limitada a copiar o comportamento de outrem, precisam de ‘personal’ e de ‘influencer’ para tudo, e desses, para lhes servir de modelo.

Por fim, compreendi que na vida, 90% das nossas ações, devem ser aplicadas na manutenção do eu (individuo), ou seja, para viver satisfatoriamente neste mundo, devemos ter em mente que somos análogos ao cultivo de uma planta: sempre cuidando e regando constantemente com autoconhecimento, o conhecimento de si mesmo.

FELICIDADE: MOTIVOS E CONSEQUÊNCIAS

FELICIDADE: MOTIVOS E CONSEQUÊNCIAS

Quando desejamos desesperadamente obter algo que tenha valor significativo para nós, seja o que for: um ideal de sucesso, um grande amor, uma viagem de volta ao mundo, e isso não acontece como esperávamos, dá errado, a primeira coisa que fazemos é buscar por uma causa, ou seja, pelo motivo.

No fundo, fazemos isso por acreditarmos que encontrando o motivo, poderemos arrumar as coisas, mas se os motivos não forem só nossos? — Se eles não dependerem exclusivamente de nós, como podemos encontrar algum sentido nisso?

Entretanto, a maioria dos problemas começa por pequenos motivos, mas têm grandes consequências em nossas vidas. As causas geralmente são coisas banais, pequenas ações: uma palavra ofensiva, uma acusação descabida, uma suspeita inverossímil, omissão ou inação, numa hora apropriada ou qualquer atrito e mal-entendidos. Ocorre que invariavelmente, as consequências evoluem, crescendo, crescendo até se tornar grandes o suficiente para nos abarcar por inteiros.

Embora, saibamos da correlação (causa x efeito), como se diz: uma borboleta bate as asas em Pequim na China no instante ocorre um terremoto no Haiti na América latina. Por isso, nunca conseguiremos prever ou ter o controle de tudo, principalmente o desenrolar das nossas ações ou inações, ou seja, que lhes deram causa.

Por fim, há uma relação direta e irrestrita entre a felicidade e a causa efeito, porque é impossível que nossas ações ou inações passem despercebidas pelo universo, e a felicidade está no que lhe concerne as nossas escolhas, pressupõe que estejamos alegres e gratos pelo que conseguimos, pois, diferente disso ela não existe. E, se conseguiremos adequar as consequências dos fatos em favor da felicidade, isso é outra história.

Felicidade e o livre arbítrio

Felicidade e o livre arbítrio

Como nos contos infantis: (era uma vez) quando a humanidade pensava no livre arbítrio como sendo algo amplo e um poder irrestrito dado ao ser humano. Porém, a realidade se revela bem diferente. Vale refletirmos: vida é mesmo uma questão de escolha? E se for esse o caso, elas são bem mais restritas e menos poderosas do que nos ensinaram.

Como sou aquariano e não gosto de convenções, convido você refletir o seguinte, na vida: “todos nós estamos à beira de um penhasco o tempo todo, todos os dias, um penhasco do qual vamos cair e isso não podemos evitar, porque essa não é a nossa escolha, a nossa escolha é se vamos querer cair esperneando, gritando ou se vamos querer abrir os olhos e o coração ao que acontece quando começamos a cair Allie(serie Taken)”.

Pode até parecer desolador, algo sem esperança, mas fato é que vivemos num vácuo, como se estivéssemos em suspensão, e muitos de nós simplesmente, fecham os olhos para a realidade, pensando que isso os salvará de enfrentar o dia-a-dia. Há aqueles de nos que buscam nas religiões, na filosofia e nas palavras de gurus as respostas para seus porquês. Há também outros, que se tornam dependentes de drogas, licitas ou ilícitas, para suportar a própria existência.

E, isso, (a perda do sentido da vida), acorre com muita frequência que dá até para presumir o porquê e classifica-los em três grupos distintos: o primeiro grupo está as pessoas que pensam estarem no controle de tudo; o segundo são dos que não querem saber a verdade e fecham os olhos para sua própria existência; o terceiro é o menor dos grupos, estão aqueles que buscam o entendimento ou, porque já estiveram em ambos grupos anteriores e por um ‘insight’, despertaram (saíram da caverna de Platão), por entender o quão efêmera é uma existência e quanto é irrelevante somos diante do tempo, do espaço neste vasto e extraordinário universo.

Porquanto, é fato, que a felicidade só pode estar presente no grupo daqueles que compreende o alcance do próprio livre arbítrio, que é pequeno e restrito. Ela (a felicidade), é apenas muito breve no grupo de pessoas que desejam controlar, assim como, o é, aos que fecham os olhos para vida (real) esperando que alguém os salve da queda que é inevitável a todos nós, reles mortais.

Por fim, para sermos felizes com mais frequência com nosso limitado livre arbítrio, deveríamos aceitar mais as nossas dores, buscando minimiza-las e quando vivermos pequenos momentos de alegrias e contentamento, maximiza-los esses instantes. Essa é a relação da felicidade com livre arbítrio.

A FELICIDADE ‘PRÊT-À-PORTER’

A FELICIDADE ‘PRÊT-À-PORTER’

Fazia algum tempo que não conversava comigo, nem com meus botões, como se diz na linguagem popular, mas desde ontem tirei boas horas (sabáticas) para refletir sobre o tema, e cheguei a conclusões que me surpreenderam.

Antes, porém, creio que para os jovens, devo explicar o termo franco (PRÊT-À-PORTER): surgido no pós-guerra, quando outros povos copiavam a alta costura francesa pelo mundo, as costureiras faziam os vestidos segundo os modelos “copiados” daqueles pais, europeu, e é o mesmo que dizemos na atualidade dos produtos ‘made in China’. Esclarecimentos dados, retomamos a reflexão: felicidade segundo modelos de outrem.

A surpresa de que falei no início, ocorreu pelo fato de que: quando nos damos conta de que talvez o ideal de felicidade que perseguimos não nos é próprio, ou seja, é segundo o que outras pessoas “acham” que seja. E, também, como sabemos trata-se de expectativas subjetivas, como no outro ditado: “você é a única pessoa no mundo que sabe a verdade sobre sua vida, portanto, tudo que falam a seu respeito é problema deles e não seu”.

Nesta reflexão, sopesei, que nem sempre paramos para olhar para nós, para o importante para nossas vidas, segundo nossas próprias definições e não segundo a convenções gerais, dos outros. E, fazendo isso, constataremos o quanto somos melhores que muitos pensam e falam a nosso respeito. Por exemplo: não penso que sou mais do mesmo.

Por fim, julgo que a felicidade ‘Prêt-á-Porter’ seja uma ilusão, uma convenção irreal, pois só o arbítrio de cada um pode exprimir sua própria visão do mundo, e se viveu ou não momentos felizes, tudo é uma questão do seu próprio entendimento. Tal como o conceito de justiça, tudo depende do lado que você esteja no processo (julgamento): se na condição de réu ou de acusador.

RESILIÊNCIA: PORQUE O RIO QUE CHEGA AO MAR

RESILIÊNCIA: PORQUE O RIO QUE CHEGA AO MAR

O sábio chinês Lao-Tsé disse: “o rio atinge seus objetivos porque aprendeu superar os obstáculos”. Assim são as atitudes de um indivíduo resiliente: contornar obstáculos é o meio natural para enfrentar adversidades, ou seja, se adaptando, se reinventando a cada situação e continuando sempre.

Portanto, essa analogia está perfeita: nas adversidades do dia-a-dia em nossas vidas percebemos que não há solução simples ou uma linha reta a seguir, antes, porém são necessárias que as nossas ações estejam numa constante de mudanças na medida das nossas dificuldades, parar e desistir não nos fará chegar ao mar dos nossos sonhos.

Arbítrio privado: condenação sumária

Arbítrio privado: condenação sumária

Desde nossos ancestrais (sapiens) até nossos dias, desenvolvemos uma infinidade de competências que nos permitiu organizar a vida em sociedade, destas, a mais controvertida é a de fazer julgamentos, sobremaneira, aqueles julgamentos de caráter privado, que ocorrem quando atribuímos a outrem determinada culpa, mesmo sem lastro de realidade.

Estudos da nossa psique nunca foram muito precisos quanto aos motivos pelos quais fazemos julgamentos, seja para imitarmos o Criador na expulsão do primeiro casal do paraíso ou não, fato é que, julgamos nossos semelhantes com muita frequência, e muitas das vezes os condenamos por um critério estritamente subjetivo, ou seja, sem considerarmos os fatos.

Para melhor ilustramos o tema, relembramos os julgamentos na antiguidade, que eram bizarros: na idade média amarrava-se uma pedra no pescoço do(a) acusado(a) e lançava-o(a) num rio, se sobrevivesse, então era inocente. O assustador é que ainda hoje fazemos árbitros injustos: (julgamos e condenamos sumariamente), tal como na antiguidade, porque não é incomum atribuímos a culpa a alguém antes mesmo do devido conhecimento dos fatos.

Há, portanto, arbitrariedade no afã de fazer “justiça”, e isso, é inconteste no seio da nossa civilização. Na justiça pública existe o meio legal (judiciário) onde mais de duas esferas de juízes podem rever julgamentos. Porém, o mesmo não ocorre na vida privada: acusação e condenação informal são proferidas a todo instante: suspeito(a) é condenado(a), muito diferente da seara pública, pois na primeira não existem tribunais de apelação.

Não obstante, as longevas tentativas da religião e da filosofia em mitigar os problemas causados por julgamentos sumários. As religiões a chamam de justiça divina, vontade de Deus, a filosofia por seu turno, contribuiu com um intrincado conceito de justiça: leis de causa e efeito, etc.

Por fim, seja como for, na antiguidade ou na era da informação, fato é que somos condenados por nossos pares em julgamentos subjetivos: você é culpado(a) e pronto. A quem devemos apelar, onde está  o senso de realidade, os fatos?

O nosso tempo

O nosso tempo

Por que com muita frequência nos referimos ao lapso temporal de maneira possessiva? — eu não tenho tempo! Será que dizemos desta maneira: como se pudéssemos gerir o universo e seus mistérios, ou isso de fato diz muito de como somos?

Sabemos que o lapso de tempo de uma vida é muito limitado, sobretudo, para existir neste planeta. Mesmo se considerarmos quaisquer registros existentes: a história das civilizamos, a povoação do planeta, algumas outras espécies de seres, etc. Todos os dados demonstram que uma existência, uma vida, é relativamente breve.

Ocorre que agimos como se tivéssemos algum controle ou se o tempo nos fosse contemporâneo. Isso pode até parecer um absurdo, mas talvez a segunda alternativa esteja correta, porque há algo em nós que transcende o tempo.

Deveríamos refletir: como e porquê agimos como se controlássemos o tempo.

Simplificando, poderíamos partir da premissa de que parte de nós, ou seja, algo em nós, não pertence de fato a este mundo. Pelo menos não como matéria: carbono, outros minerais e água.

Por fim, não seria razoável sugerir uma parte significava do que somos seja uma espécie de energia, que existe e é muito além do que nossos sentidos podem perceber. Algo que há milênios nossos antepassados já sabiam, que a maior parte de nós, é uma alma imortal.

A NOSSA VIDA COMO UMA PEÇA TEATRAL

A NOSSA VIDA COMO UMA PEÇA TEATRAL

Quando pensamos sobre vida, devemos partir da premissa de que todos nós um dia morreremos, esta é a única certeza sobre o futuro. Ocorre que muitos de nós ao que parece, pensam que são eternos. Lógico, não devemos viver pensando em quando chegará nossa hora, mas não podemos esquecer da premissa maior (nascemos, portanto, nossa vida é finita), tal como numa peça teatral, há o momento em que as cortinas vão se fechar.

Entretanto, em nossas vidas a peça nunca deve ser de um só gênero, por exemplo: romance. Sabemos que há fatores externos que influenciam no desenrolar das cenas, mas, por outro lado, o principal é a nossa subjetividade, ou seja, no teatro da vida depende do nosso grau de entendimento sobre o mundo e principalmente sobre nós mesmos.

O gênero desejável talvez seja aquele em que ocorra nossa autorrealização e que convivamos em paz. No entanto, sabemos que nem tudo são flores, quando nos referimos aos momentos do dia-a-dia nesta terra (cenas), mas muito dependerá de como nós nos posicionamos frente a vida (escolhas/interações).

Sabemos que interpretamos várias personas / personagens no teatro da vida: filho, aluno, namorado, noivo, marido, pai, ex, estagiário, graduado, profissional, amigo, colega, etc. Com isso, alguns de nós se portam ora como “mocinhos” outras vezes vilões.

Fato é, na medida em que nos tornamos melhores atores em nosso dia-a-dia, nós nos adaptamos por vezes especializamos em papeis distintos: uns mais para heróis e outros como anti-heróis/vilões.

Por isso, o papel que melhor nos adaptamos dependerá do nosso íntimo, o quanto somos evoluídos (da nossa consciência): mesquinhos, narcisistas, egoístas, gananciosos, bobos, etc. Julgamos, que nunca se deva ser excessivamente ingênuo, mas há muitos de nós que se abstém de agir, de se posicionar, de escolher segundo sua consciência, estes o fazem, somente o que outros esperam destes, e isso, certamente é o papel de um bobo da corte.

Portanto, devemos viver nossa vida (peça de teatral) sendo ao mesmo tempo: autores, roteiristas, atores e expectadores de nossa própria interpretação.

Por fim, a peça teatral da nossa existência pode seguir um roteiro com o final que desejamos, mas, nunca esqueçamos, de que uma boa história deve conter elementos de todos os gêneros: (drama, comédia, ação, romance e aventura). Por isso, vivamos nossos dramas, rimos e façamos comédias, agindo com bons protagonistas, sejamos bons amantes e não deixemos de nos aventurar.

Evolução: O conhecimento do bem e do mal.

Evolução: O conhecimento do bem e do mal.

A evolução é uma tendência irreversível. Assim como o universo se expande continuamente, também, devemos evoluir a certa medida como seres conscientes, isso é, ao adquirirmos mais conhecimento melhor interpretaremos o mundo, o que antes na (infância e juventude) era dito perigoso; proibido e impensável, agora passar a ser trivial e geralmente necessário em nossas vidas, por exemplo: o que nos fora ensinado na infância e adolescência: “não fale com estranhos; obedeça sempre aos mais velhos; fazer isso ou aquilo é pecado e um rol enorme de coisas”.

Sabemos que em nosso cotidiano, quando adultos, essas coisas (regras da infância) não fazem mais o mínimo sentido, aliás, precisamos sim falar (interagir) com todos e não é porque uma pessoa é mais idosa que nós que se trate de um indivíduo sábio, etc.

Então, conhecer o bem e o mal em todas as fases da vida é algo necessário para nosso dia a dia. Se vivêssemos sob as regras da infância sendo adultos, certamente não poderíamos desempenhar muitos papeis relevantes na sociedade, mesmo porque, seriamos taxados de infantis, mimados e dogmáticos.

Por isso devemos utilizar com eficiência os conhecimentos e discernir por nós “mesmos” sobre (o bem e o mal), isso é fundamental. 

Como poderemos fazer o bom uso da evolução enquanto seres sociais que somos? 1) adaptarmos sempre; 2) defender pontos de vista até a medida que conheçamos melhores argumentos; 3) ter em mente que sempre se pode aprender mais e; 4) saber que ninguém pode conhecer tudo sobre todas as coisas e que existem leis universais, tais como observamos na natureza, por exemplo: a lei de causa e efeito, o que se planta colhe.

Por fim, essa reflexão me ocorreu a partir de um novo entendimento quando eliminei um dogma que acompanhava desde a infância, percebi, que à medida que conhecemos mais sobre o bem e o mal, relativo será a nossa responsabilidade sobre o que sabemos. Também, quanto mais conhecermos sobre a (vida) mais compromissos teremos com o universo e suas leis. É um fato revelador e reconfortante, portanto, não devemos ter medo do desconhecido, devemos aprender com ele sempre.

A CULPA: DESTRUIDORA DE SONHOS E ANIQUILADORA DE ESPERANÇA.

A CULPA: DESTRUIDORA DE SONHOS E ANIQUILADORA DE ESPERANÇA.

Por vezes sentimos culpados por alguma ação e omissão, não há nada de mais nisso, mas viver numa espécie de ‘looping’ de autopunição por longo tempo, sobremaneira, em nossa mente, não é saudável e fará muito mal até à alma, pois nos imporá limites em sonhos, destruindo esperanças.

É fato que esse sentimento (a culpa), vai se acumulando em nosso subconsciente e com ela a vergonha e as intermináveis cobranças internas. Sabemos também, que a soma disso são as cobranças, e essas, se tornam um grande fardo, pesado, que invariavelmente nos leva a uma vida de sofrimento.

Entretanto, devemos admitir erros e falhas a nós mesmos e mudarmos de atitudes, sobretudo, perdoando a nós mesmo. Devemos evitar exteriorizar as culpas para qualquer pessoa, tal como por séculos se fazem em confessionários, isso porque, o único capaz de lhe conceder o perdão real é sua própria consciência.

Por fim, uma vida inteira carregando culpas não nos torna pessoas melhores e certamente jamais nos trará a felicidade e a paz. Perdoemos, esqueçamos e sejamos felizes.