Ontem, no final do dia, dirigia para buscar meu bebê na escolinha. O trânsito estava pesado, típico de fim de tarde. De repente, um pensamento me atravessou como um raio.
Encostei o carro no acostamento, desliguei-me da pressa, e em voz alta disse — como se falasse com alguém invisível:
“Estar em sintonia com o fluxo da existência depende do equilíbrio entre corpo e alma?”
Naquele instante entendi: estar consciente não é apenas usar a razão. É algo mais profundo — é autoconsciência.
Lembrei das escolhas que já fiz nesse estado de presença. Foram as que mudaram minha vida para melhor. Não apenas deram certo — trouxeram paz.
Autoconsciência é mais que saber o que se faz. É sentir e agir em concordância com a alma. É quando a escolha não pesa, mas traz plenitude.
Isso acontece o tempo todo, mesmo nas pequenas decisões. Até o ato de não escolher… já é uma escolha.
Por isso, a verdadeira liberdade não está em escolher por escolher, mas em escolher de corpo e alma. É nesse ponto que nasce o equilíbrio, a paz, a sensação de estar inteiro.
Te convido a refletir: Como anda a relação entre suas escolhas e sua alma?

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