Acordei com um misto de paz e inquietude. Parece contraditório, mas não é.
A paz veio da certeza de que os maiores desafios não estão no mundo exterior, e sim dentro de mim. A inquietude nasceu ao pensar no impacto que minhas atitudes têm sobre outras pessoas.
Como disse Antoine de Saint-Exupéry, em O Pequeno Príncipe:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
Vivemos nesse paradoxo entre o que podemos e o que devemos. Os embates mais intensos são internos, mas não podemos esquecer que não somos ilhas — precisamos do outro. É aí que mora a complexidade da vida.
E, ainda assim, tudo se resume a escolhas:
Você não é o que acontece com você, mas o que decide fazer com isso.
A dor passa. A dúvida também.
Mas a sua luz interior permanece, silenciosa e firme.
Respire. Volte para dentro.
É ali que está a sua paz.
Deus não grita, Ele sussurra.
E quanto mais silenciamos o barulho de fora, mais ouvimos a verdade de dentro.
Por fim, o autoconhecimento não é fuga, é enfrentamento.
É olhar para dentro e reconhecer que sua maior batalha e sua maior força nascem no mesmo lugar: em você.
A verdadeira liberdade começa quando você aprende a ouvir o silêncio da alma.

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