Nada é mais contagiante do que um sorriso que nasce de dentro. E, por favor, nunca permita que a felicidade de um dia inteiro se perca por causa de um único minuto.

Ontem, eu e minha amada vivemos um desses dias em que tudo parece leve. Entre um riso e outro, sem pressa e sem pressões, descobrimos o quanto a vida pode ser boa quando não nos deixamos dominar pelos pequenos aborrecimentos.

Se posso te dar uma sugestão para este domingo que começa, seria essa:
ria diante da vida como ela se apresentar.
No fim do dia, você só terá boas lembranças — e, quem sabe, a certeza de que foi um dia feliz.

Logo ao amanhecer, li algo simples, mas transformador: não permita que um minuto de frustração destrua as outras 1.439 chances de viver bem naquele mesmo dia.
Simples, mas nem sempre fácil. Afinal, somos constantemente bombardeados por más notícias, preocupações e pensamentos negativos.

Mas, como sempre digo aqui no Inside: tudo depende da forma como escolhemos encarar as coisas.

Voltando ao ponto central desta reflexão: invente motivos para rir.
E não destrua a alegria de um dia inteiro por causa de um único instante ruim.

Neste lindo domingo, esvazie a mente. Olhe para a rotina com leveza. Faça o que precisa ser feito, mas sem pressa, sem reclamações. Descubra a graça escondida nas coisas simples.
Como dizia minha mãe — e talvez a sua também:
“Quem canta seus males espanta.”

Aliás, penso muito nela quando escuto essa frase. Lembro do som do seu assobio enquanto organizava a casa, sempre com leveza no coração.
Talvez seja isso: o que faz um dia ser bom não são os fatos extraordinários, mas a maneira como escolhemos resumi-lo ao final.

Se ao deitar você só lembrar dos erros, das tolices, dos julgamentos cruéis que faz sobre si mesmo — “como fui bobo”, “que idiota eu fui” —, corre o risco de apagar tudo de bom que viveu. E condenar todos os 1.440 minutos por conta de um ou dois.

Ontem, por exemplo, foi um dia extraordinário. E não porque dormimos bem — pelo contrário.
O Jr., nosso pequeno, nos chamou duas vezes durante a madrugada. Ele tem o hábito de resmungar do quartinho, e a gente reveza pra atendê-lo.
Ninguém quer que ele desperte de vez às 3 da manhã!

Mesmo assim, quando o sol nasceu, a Deise me chamou pro café.
E lá estava ele: sorrindo, encantador, com aquela carinha linda — tão característica das crianças com trissomia do cromossomo 21.
Às vezes o chamo de “meu lindo japa”.

Durante o dia, rimos por qualquer coisa. Até dos momentos mais chatos.
Mas havia algo diferente no ar: estávamos leves.

Em certo momento, comentei com ela como estávamos rindo à toa. E ela, com simplicidade, disse:
“Que bom, né?”

No final da tarde, o Jr. estava inquieto. Olhamos um para o outro e decidimos:
“Vamos dar uma voltinha de carro pra esse guri relaxar?”

Acabamos indo ao shopping. E foi a melhor ideia do dia. Ele aplaudia, sorria, celebrava — como quem entende que a vida pode ser boa mesmo depois de um dia bagunçado.

Deixamos ele no parquinho, e eu olhei pra minha amada:
“Preciso marcar esse sábado de algum jeito.”

Na mesma hora, ao passar por uma joalheria, sugeri:
“Você merece um anel pelos sorrisos lindos de hoje… por esse dia que vai ficar guardado pra sempre.”

E foi isso. Um dos melhores sábados dos últimos tempos.

Mas, se pensar bem, ele não teve nada de muito diferente dos outros.
A diferença foi a forma como escolhemos vivê-lo: com leveza, com presença, com muitos sorrisos…

E inventando motivos para rir.

E você?
Vai deixar um minuto estragar o seu domingo?

Ou vai abrir espaço para o riso?

O dia já começou.
O resto… é escolha sua.

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Sou Elizeu

O que posso dizer sobre mim? Sou aquariano, nascido no Sul e criado na Amazônia Ocidental — com os olhos voltados para o céu e o coração profundamente enraizado na terra.

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