Já parou para observar sua vida sob uma perspectiva totalmente inusitada? Talvez numa manhã de segunda-feira, como hoje, quando a rotina se impõe e a semana de trabalho começa.
Cada um de nós tem um papel na sociedade. No meu caso, sou consultor político e lido diariamente com clientes que possuem trajetórias, crenças e visões completamente distintas. Apesar dessas diferenças, meu compromisso é garantir que cada um deles desempenhe um bom trabalho no parlamento.
Para isso, escolhi um caminho que foge do senso comum. Em vez de seguir as fórmulas engessadas do marketing político, incentivo meus clientes a serem mais autênticos, assertivos e, acima de tudo, sensíveis às pessoas. Ter empatia não é algo automático. Exige um olhar mais atento para a realidade do outro, compreendendo o contexto em que vive e as crenças que guiam sua jornada.
Um dos pontos que mais enfatizo é a escuta. Parece simples, mas, na prática, poucos realmente sabem ouvir. Todo cidadão que entra em um gabinete carrega uma história, uma dor, um pedido. E um político que deseja representar de fato sua comunidade precisa estar aberto a essa troca genuína.
Por mais estranho que pareça, ser político é, acima de tudo, trabalhar para o outro. Os gregos clássicos já sabiam disso quando idealizaram a república: um governo do povo, pelo povo. A voz das pessoas sempre importa.
Refleti sobre esse tema no meu livro O Novo Eleitor, disponível na Amazon. Nele, exploro como a conexão genuína entre representantes e representados pode transformar a política.
E você, já se perguntou qual é o seu papel na sociedade? Talvez olhar para sua vida sob uma nova perspectiva revele caminhos inesperados.

Deixe um comentário