Nesta reflexão, convido você a pensar um pouco fora da caixa. Como empirista, quero destacar que tudo o que abordo neste blog é baseado em experiências pessoais. Por isso, é importante contextualizar para que você compreenda o ponto de partida desta jornada em busca de entender a realidade. Acredite: ela existe muito além do que nossos cinco sentidos conseguem captar.
Para começar, revisitemos o que sempre nos foi ensinado: “nascemos, então passamos a existir; aprendemos a nos tornar autônomos e a sobreviver; um dia, inevitavelmente, morremos.” A vida, à primeira vista, parece um ciclo fechado de eventos — uma jornada que a maioria das pessoas aceita como a totalidade da existência. Porém, a realidade não se limita a isso.
Agora, reflita sobre os mistérios da existência. É provável que, em algum momento, você tenha ouvido relatos de eventos que desafiam o entendimento comum: uma cura inesperada de uma doença grave, um sonho premonitório que salvou alguém de uma catástrofe ou uma intuição que alertou sobre um perigo iminente. Como explicar esses fenômenos?
Embora pareçam raros, eventos como esses acontecem diariamente com inúmeras pessoas ao redor do mundo. Alguns os interpretam como manifestações espirituais, atribuindo-os a anjos, demônios ou forças sobrenaturais. Outros, mais céticos, os descartam como coincidências ou resultados do acaso. Seja qual for a explicação, esses eventos nos lembram de que há camadas da realidade que estão além da compreensão imediata.
Por isso, desde o início, eu disse que precisamos pensar fora da caixa. Mas explorar essas questões exige coragem. É como na história de Alice no País das Maravilhas: “Até onde você está disposto a descer na toca do coelho?” Pense: você já se sentiu estranho ao se olhar no espelho? Observando sua imagem, já se perguntou: “Esse sou realmente eu?” Esse tipo de dúvida é legítimo e pode ser o ponto de partida para uma jornada mais profunda de autoconhecimento.
Se você está lendo este blog, é provável que já tenha despertado ou esteja prestes a despertar. Essa inquietação é um sinal de que você está começando a questionar os limites do que é considerado “real.”
Vou compartilhar minha experiência para esclarecer que não se trata de crenças ou misticismo, mas de algo natural no contexto existencial. Desde cedo, somos moldados a seguir padrões: ser bons filhos, cidadãos exemplares e assim por diante. Contudo, o que raramente nos ensinam é que não somos apenas seres mortais. Antes de tudo, somos seres conscientes, e a vida na Terra é apenas uma parte de nossa jornada.
Além disso, tudo aponta para algo em nós que é eterno — algo que transcende o mundo tridimensional. A ciência, por exemplo, já sugere que nossa consciência pode ter impactos mensuráveis no universo físico. Estudos em neurociência mostram como pensamentos e emoções podem influenciar nosso corpo, enquanto teorias na física quântica exploram a relação entre o observador e o comportamento das partículas subatômicas.
Se olharmos para a história, encontraremos relatos de pessoas que realizaram feitos extraordinários. Pense em líderes espirituais, visionários e cientistas que mudaram o curso da humanidade. Eles ultrapassaram as limitações físicas e mentais para cocriar realidades que antes pareciam impossíveis. Isso nos leva à pergunta: como isso é possível?
Quando pensamos em nossas capacidades físicas, somos bastante limitados, especialmente em comparação a outras espécies. Contudo, o que nos destaca é nossa capacidade de imaginar, planejar e criar. Por exemplo, somos a única espécie que conseguiu sair do planeta e visitar a Lua. Essa conquista foi resultado da combinação de raciocínio, memória e engenhosidade — capacidades únicas do ser humano.
Mas há mais. Acredito que nossos recursos vão além da racionalidade. Há anos, carrego uma ideia fixa: compreender a existência muito além do que me foi ensinado. Essa motivação nasceu de eventos extraordinários que presenciei, os quais a lógica tradicional não consegue explicar. Esses acontecimentos me levaram a questionar não apenas o mundo externo, mas também o que está dentro de mim.
Por fim, quero compartilhar uma conclusão que considero essencial: cada um de nós é cocriador da realidade. Mais do que isso, participamos ativamente dessa construção, mesmo sem perceber. Nossos pensamentos, palavras e ações moldam o mundo ao nosso redor, influenciando as possibilidades do universo.
Portanto, da próxima vez que um pensamento prejudicial sobre alguém surgir em sua mente, procure interrompê-lo. Da mesma forma, analise suas ações e considere como elas impactam os outros. Tudo o que fazemos carrega consequências, muitas vezes além do que podemos imaginar.
Lembre-se: a realidade não é fixa. Ela é maleável e está em constante transformação. Ao nos tornarmos mais conscientes de nossas escolhas, pensamentos e intenções, podemos não apenas compreender a realidade, mas também transformá-la.

Deixe um comentário