Alguém disse uma vez que estamos vivendo na geração mais superficial de toda a história. Concordo em partes, porque, apesar de a maioria se deixar levar pela superficialidade, ainda há aqueles que fogem à regra: os buscadores do autoconhecimento.
É evidente que há uma massificação na nossa sociedade, uma clara perda da individualidade. Qualquer um pode perceber isso, já que é algo tão presente no nosso dia a dia. Mas a grande questão que surge é: o que isso implica para o ser humano? E por que ser um indivíduo é tão importante?
A primeira parte dessa questão nos leva à identidade do indivíduo, àquela pessoa que consegue pensar por si mesma e fazer escolhas que não seguem apenas o que a maioria faz. A segunda parte diz respeito à consciência de si próprio, à capacidade de entender quem se é, de forma clara. O problema que vivemos hoje é justamente a perda dessa identidade, algo que se tornou uma marca evidente do nosso tempo.
Agora que apresentei esse problema, quero também te oferecer uma solução, um antídoto para proteger sua individualidade. Mas, antes de falar sobre isso, preciso te contar, leitor, que cheguei a essa conclusão através da experiência, na tentativa e erro. Houve um momento na minha vida, cerca de 10 anos atrás, em que senti que precisava me afastar da massa. Hoje, com 58 anos, vejo que essa foi a melhor decisão que tomei. Me sinto livre das armadilhas do cotidiano, e a vida flui de forma mais leve. Consigo perceber momentos de plenitude e felicidade, sem precisar consumir serviços ou produtos como medicamentos, crenças, ou outras soluções externas.
Então, como uma reflexão, quero te sugerir uma maneira de enfrentar esse desafio, sem precisar passar pelo caminho arcaico da tentativa e erro. Refiro-me à análise e à introspecção. Existem vários métodos de psicoterapia, mas a psicanálise e a psicologia analítica se destacam como alguns dos melhores para a jornada do autoconhecimento. E quero te contar um segredo: VOCÊ NÃO PRECISA DE COACH OU GURU! Abra sua mente e se questione sempre. Pergunte a si mesmo: “Por que eu sinto o que sinto?”


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