REFLEXÃO: A VIDA COMO A CONHECEMOS É APENAS UMA EXPERIÊNCIA?

Sobre as crianças, há algo que é consenso entre os adultos: desde tenra idade temos muita imaginação. Nessa fase da vida, podemos criar um mundo (utópico) onde a fantasia lúdica e a realidade adulta coexistem em harmonia e ao final do “era uma vez”, todos serão felizes para sempre.

Mas, será que isso é só coisa da cabeça de criança? —, atire a primeira pedra quem nunca quis voltar aquele tempo de infância: quando o mais elementar gesto do personagem de faz-de-conta era o suficiente para nos fazer rir e ter o contentamento que jamais veremos na fase adulta.

Na medida que nos tornamos adultos e somos aculturados, programados para “enfrentar” uma implacável “realidade”, que nos presenteia frequentemente com toda sorte de “mazelas” —, segundo os valores que nós mesmos atribuímos as intempéries, que são afinal, frutos das nossas próprias escolhas. Mas, que tais (problemas) nos fazem distanciar cada vez mais daqueles momentos de plenitude dos sonhos infantis e que agora se tornaram utópicos.

Nesta reflexão, gostaria de propor: se a vida como a percebemos não passasse de uma mera experimentação e não terminasse com a morte? E, se a verdade sobre a nossa existência estiver mais próxima daquilo que criamos/imaginamos na infância?

Julgo que a toda pessoa que parou e fez autoanalise (autocrítica) —, por meio do autoconhecimento —, pode constatar que deveria se ater a outras questões, por exemplo: será que viemos a esse mundo com uma missão? —, particularmente nunca me senti totalmente à vontade com minhas realizações como membro da comunidade humana —, seja pelas minhas vaidades bobas, devaneios e caprichos.

Fato é, quantos de nós se dedicam, por exemplo, aos trabalhos voluntários (ajudar outrem) apenas para ser útil e sem objetivos egoícos: (autopromoção ou reconhecimento).

Será que estamos fazendo a nossa sua parte nessa existência, nesta vida? O quanto é necessário fazer para cumprir com a nossa utilidade? Será que você está fazendo tudo que poderia fazer para ajudar a humanidade?

Por fim, se considerarmos levar a sério a nossa felicidade e a do outro —, como aconteciam em nossas brincadeiras infantis: em geral, menos egoístas. Talvez assim, a felicidade se faça mais presente em nosso dia-a-dia. Com isso, perceberemos que a nossa na existência na terra é apenas uma experimentação que visa contemplar parte da evolução da nossa alma imortal.

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Sou Elizeu

O que posso dizer sobre mim? Sou aquariano, nascido no Sul e criado na Amazônia Ocidental — com os olhos voltados para o céu e o coração profundamente enraizado na terra.

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