Com o tempo, percebemos que a maioria das pessoas estuda movida por ambições — carreiras e dinheiro. Embora isso possa trazer conquistas externas, negligencia o essencial: o conhecimento de si mesmas. E, o resultado? Tornam-se indivíduos frustrados e infelizes.
Esse dilema não é novo. Se olharmos para a história, veremos que ele é tão antigo quanto os ensinamentos de Paulo de Tarso, que absorveu e compartilhou ideias da escola filosófica estoica. Parafraseando seu amigo Sêneca: “Há erros cometidos por aqueles que ensinam o intelecto, mas não como se deve viver.”
Muitos ainda buscam aprendizado apenas para atender às exigências de suas carreiras, ignorando o verdadeiro propósito do saber: a elevação da alma.
Assim, o estudo se reduz a uma mera filologia, limitada ao domínio das palavras, sem tocar a essência da vida.
Por fim, tudo o que aprendemos deve atender aos princípios do filtro de Sócrates: ser verdadeiro, bom e útil. Afinal, para que servem títulos e diplomas, se não nos ajudam a compreender a nós mesmos e a viver com propósito?


Deixe um comentário