Poucos de nós, ao encontrar pessoas com limitações motoras ou dificuldades de comunicação em virtude da idade, reflete sobre o privilégio que é alcançar a longevidade. Contudo, o mais importante nesta caminhada é usar bem o tempo que temos.
Para alguns, viver é um exercício penoso, sem espaço para contemplação. Assim, os dias passam despercebidos, e a vida se torna uma espécie de castigo: um processo automático, desprovido de liberdade para o bem-estar e das pequenas gentilezas, que, na maioria das vezes, são gratuitas.
Por isso, não devemos desperdiçar nosso tempo com amarguras. Passar horas remoendo decepções ou alimentando ódios por pessoas ou eventos infelizes é, sem dúvida, uma perda de tempo.
Ao invés disso, devemos cultivar a gentileza e valorizar as boas coisas da vida: aquelas mais simples e gratuitas, que trazem contentamento e momentos de alegria.
Sobretudo, quando interagimos com outras pessoas, é fundamental agir com empatia e civilidade, sem impor nosso ponto de vista. Afinal, cada um de nós tem uma maneira única de enxergar a vida.
Por fim, independentemente de como sua vida seja, nunca desperdice tempo ou faça mau uso de suas palavras e ações. Utilize todos os seus recursos físicos para criar conexões significativas — seja por meio de um abraço, um aperto de mão ou até mesmo um simples aceno respeitoso. Assim, você perceberá que está usando bem o tempo que lhe foi dado.


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