Se refletirmos sobre as primeiras atitudes que tomamos em busca de liberdade, perceberemos que, embora sejam instintivas, elas marcam nossa estreia na vida. Ao respirarmos pela primeira vez fora do ventre materno, inauguramos nossa existência como indivíduos, dotados do potencial para alcançar a felicidade.
Esta reflexão não pretende esgotar um tema tão abrangente, mas provocar introspecção sobre o quanto a liberdade é valiosa e indispensável para a felicidade.
Conforme avançamos no nosso grau de consciência, torna-se evidente que a liberdade está intrinsicamente ligada a uma boa condição de saúde — física, mental, espiritual e emocional. Para aqueles menos conectados ao espiritual, a liberdade frequentemente está associada à posse de bens materiais e recursos financeiros.
Seja qual for sua perspectiva, um fato é inegável: para todos, ser livre é essencial para ser feliz.
Por fim, embora o tema seja permeado de subjetividade, é difícil imaginar momentos genuínos de felicidade sem liberdade. Ela nos permite fazer escolhas livres e conscientes, sem agir contra nossa própria consciência. Por isso, acredito que a liberdade é o verdadeiro pilar que sustenta toda a existência e a felicidade humana.


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